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TESTEMUNHOS...
 Antoine - Colorblind
"Dear Sir,
Thanks for your work and personaly i hope to see your system rapidly implemented in France.
I have had difficulties for years and years, for instance when i read some roadsigns or traffic indications at the TV: red = hard traffic, green = free traffic, there is no diffrerence for me, it is absolutely invisble. Obviously there are so many difficulties we face, people cannot imagine.
Again, i hope your system will be implemented/adopted by our country.
If can provide any help, please let me know.

Best regards"
Antoine
 Omar
....Ne seront pas sûr si la chemise va avec la cravate ou le pantalon ..!Et alors ? Il ne faut pas être daltonien pour se tremper. J'adore ce genre de recherches qui aide les démunis d'un sens ou d'un autre (physique bien sûr).Espérons qu'ils aboutissent et le mettent en place pour les J.Olimpique de 2016.
Omar
 Pedro Silva – Colorblind
After so many years thinking than anyone was going to do anything to facilitate certain aspects of everyday life of a colorblind, here comes a brilliant mind to surprise everyone and everything, showing that after all there are a few that recognize the need and help of this project. I can only thank and give mw Congratilations off so a excellent work! Happy Holidays!
Pedro Silva
 Carla Gomes, psicóloga
Gostaria de felicitá-lo pelo excelente contributo que proporcionou a esta minoria através do ColorADD. Sou Carla Gomes, Psicóloga Clínica e da Saúde e neste momento estou a trabalhar num Colégio (creche, jardim-de-infância, ATL, Centro de Estudos e Acolhimento temporário de crianças) em Vila Nova de Famalicão. Após algumas avaliações e despistes, verifiquei que, pelo menos 2 crianças (5 anos) apresentavam um défice acentuado na identificação e nomeação de algumas cores.

Fiz alguma pesquisa e encontrei o seu projeto, pretendo assim, solicitar a sua autorização para que possa utilizar o esquema e a respetiva simbologia das cores, quer em contexto de consulta psicológica quer em contexto de sala de aula.

Nesta fase inicial do desenvolvimento, esta abordagem será com certeza uma mais-valia para crianças com ou sem défice, uma vez que desde o início irão ter uma aprendizagem fluente e ?natural? em associar cor-símbolo-cor (visualmente e verbalmente).

Desejo muitos sucessos.
Cumprimentos,
Carla Gomes
 Bruno Cardoso - the purpose of transit traffic lights
For me, the yellow and red are the same! Only one of them flashes and the other does not! I also change the green ("water") light with the street lighting! It´s really difficult, but I can manage my self because it´s the go ahead light ! The most difficult and confusing of all are the new LED traffic lights, that have a green lettuce, that to me is much like the yellow and red!! Should be banned!
Bruno
 Nelson Silva – Professor
A fantastic project, with an excellent presentation and a captivating host that can communicate with true simplicity ! We dream all one day to be able to create something that would cause such an impact on humanity, without being defeated before, by the trappings of the "system"!
Nelson
 Nicholas, Diretor de arte daltônico
…Você, daltônico, não consegue diferenciar um certo vermelho de um marrom, mas vê claramente a diferença entre um triângulo e dois triângulos com um risco ao meio. Um projeto genial pela simplicidade no entendimento e na implementação, o que não quer dizer que é fácil de se chegar à essa concepção. Um bom trabalho de comunicação nada mais é do que criar ou encurtar caminhos para que uma mensagem seja entendida e esse projeto faz os dois com primazia, escolhe 3 coisas que sempre existiram (daltônicos, cores e símbolos gráficos) e coloca numa fórmula quase matemática:

Situação:
• Daltônico não diferencia Cores
• Daltônico diferencia Símbolos gráficos
Se:
• Símbolos gráficos = cores
Nesse caso:
• Daltônico diferencia Cores

Confesso que escondia meu daltonismo no dia-a-dia de agência por ser diretor de arte, agora já não tem mais por onde, mesmo porque, segundo o Dr. Google eu não posso exercer apenas as seguintes profissões: piloto de avião, controlador de voo, geógrafo e fotógrafo. E vamos combinar também que fazer uma camisa da seleção marrom e amarela é pensar fora da caixa, sair da zona de conforto, surpreendedor, inovador e muitos outros jargões que achamos cool.

Nicholas
 Heitor Seió Kimura - Colorblind
"Olá, meu nome é Heitor Seió Kimura, sou Brasileiro, tenho 21 anos.

Fiquei sabendo hoje do projeto ColorADD, e com certeza ele mudará minha vida.
Minha história como daltônico é um pouco séria, apesar de ter me "conformado" e até sei lidar bem com isso. Eu estudo…Artes Visuais Multimídia, que na prática se parece muito com Design Gráfico,...
Como pode imaginar, é um tanto quanto complicado isso. Pois devo comunicar mensagens e dar sentido à elas, usando o sentido da visão. E a cor é um instrumento poderoso de comunicação, eu não podia abrir mão dele por ser daltônico.
Então, desde o começo do curso em 2010 eu sempre fui atrás de driblar meu daltonismo na hora de executar um trabalho gráfico. E tenho desenvolvido técnicas pessoais, truques que fui aprendendo, que me ajudam a trabalhar com as cores.
Muitas pessoas se espantam ao saber disso, pois gostam do meu trabalho artístico, e outra que eu nunca "errei" alguma cor. Outra coisa importante é que sempre que precisei de um auxílio nesse sentido, sempre tive amigos ao meu lado, ou familiares, a vida inteira, principalmente hoje.
É engraçado quando me elogiam dizendo que entendo muito de cores, mais do que elas (pessoas "normais), acontece com uma certa frequência e é motivo de risada. Isso se deve ao fato de que eu sempre quis seguir essa carreira, desde criança, mas eu quase desisti por ser daltônico. E quando ingressei nessa àrea eu automaticamente adiquiri um interesse imenso pelas cores, sempre tive uma preocupação em dobro em relação á elas. Acabei até me tornando meio orgulhoso por ser daltônico, e estar aqui hoje, é irônico, não?

Hoje eu não vejo ele como uma barreira de impossibilidades, mas sim um obstáculo para ser derrubado. Não deixa as coisas impossíveis, deixa elas mais difíceis, e até divertidas. Aliás eu sempre gostei de brincar com esse fato de ser daltônico, eu costumava dizer que daltônico sofre pois não existe NENHUMA vantagem em ser um, e pelo menos aqui no Brasil, nenhum benefício social. Não existe bolsa-daltonismo, fila para daltônicos, e nem mulheres taradas por daltônicos, hahaha.
Mas agora tem o ColorADD ;)
Apesar de quase ter desistido de trabalhar com comunicação visual, eu nunca me fiz de vítima ou deixei que o daltonismo fosse motivo dos meus erros. Nunca quis aparentar isso.

Eu estou enviando essa carta, para agradecer profundamente por esse projeto, eu ainda sou novo e vou viver ele, algo que nunca imaginei como criança. E como sabem, daltonismo é hereditário, e se um dia eu tiver um filho ele terá chances de ser daltônico. Eu não quero que ele passe por tudo que tive que passar, e o ColorADD foi essa luz, que me deu mais esperanças para o meu futuro.
No meu projeto de conclusão de curso, eu estou pensando em fazer um artigo explicando melhor, como eu faço para trabalhar com as cores, estou pensando ainda em como fazer isso. Imagino que muitas pessoas com talentos artísticos que gostam de arte e design, acabam seguindo outros caminhos por serem daltônicos. Eu quase fiz isso, mas resolvi enfrentar.
Mas o projeto ColorADD iluminou meu caminho e me deu forças,
MUITO OBRIGADO!
Heitor Seió Kimura
 Vanessa Balsinha – Professora
Boa noite,
Sou professora de Educação Visual e Tecnológica e de Educação Tecnológica em Lisboa (uma escola inclusiva, com experiência de ensino para alunos portadores de deficiência visual, desde o Jardim-de-infância ao 9.º ano) e no âmbito do Mestrado em Ensino de EVT (ESE, IPS), estou a estudar a Expressão Plástica como factor de Inclusão e pretendo perceber se uma determinada actividade plástica, como a ilustração, pode promover a inclusão de alunos cegos e baixa visão.

Nas minhas pesquisas sobre a cor, conteúdo central na ilustração, encontrei o vosso site . Numa tentativa de incluir efectivamente os meus alunos cegos e com baixa visão numa aprendizagem que faz parte do currículo nacional do ensino básico bem como do quotidiano de todos (inclusive de quem não vê!), em conjunto com os colegas de Apoio Braille, estudámos como poderíamos adaptar o código para relevos. Usando os sinais existentes e uma impressora de relevos (Piaf), reproduzimos o código em relevos e ensinámo-lo a todos os nossos alunos, incluindo aos cegos. Devo dizer que aprenderam de forma muito natural e inclusive facilitou a aprendizagem das misturas de cores primárias, para obtenção de secundárias. Nessa altura, os alunos cegos perceberam que este código poderia significar a sua autonomia na expressão da sua criatividade (ao pintar com guaches, canetas de feltro... atividade que muito gostam de realizar, especialmente se são portadores de cegueira adquirida, ou baixa visão, mas todos em geral, ainda que, nalguns casos, apenas para participarem numa atividade em comum com os restantes colegas normovisuais).

Foi quando me pediram se podíamos identificar os seus materiais cromáticos para que não precisassem de pedir ao colega do lado para lhes indicar qual a caneta azul, para pintar o céu... Nessa altura, com o colega de Apoio Braille (que também é cego) pensamos usar um sistema mais prático que se pudesse colar a esses materiais. Usamos fita dymo, mas os símbolos originais precisam de ser adaptados. É nessa fase que nos encontramos e chegámos a uma solução que parece funcionar.

Neste sentido e se houver interesse da parte da coloradd, gostaríamos de expor com maior detalhe as nossas pesquisas.

Atenciosamente,
Prof. Vanessa Balsinha
 Lúcia Escrivães, Educação
O Departamento de Educação Especial levou a efeito uma palestra subordinada ao tema “Código ColorAdd”. O palestrante convidado foi o designer e mentor do projeto Miguel Neiva que, para além de se referir ao trabalho de investigação e aos constrangimentos que identificou ao longo do processo, nos falou sobre o referido código. Trata-se de um projeto bastante inovador que associa as cores a determinados símbolos, de forma a potenciar a funcionalidade das pessoas que apresentam daltonismo. O trabalho, entretanto realizado pelo designer, tem sido considerado por diversas entidades nacionais e internacionais como bastante útil e promissor. Já começa a ser aplicado em diversas áreas para além da educação, nomeadamente na saúde, nos transportes, na alimentação, no vestuário e noutras onde a cor poderá constituir uma limitação para 10% da população (percentagem estimada de daltónicos em Portugal).

A iniciativa teve boa recetividade por parte da comunidade educativa, tendo contado com diversos participantes. As questões colocadas no final da sessão permitem-nos concluir que o tema mereceu o interesse dos participantes. Havendo no nosso Agrupamento de Escolas 3 alunos portadores de daltonismo, foi uma formação extremamente pertinente, tendo em conta o número de casos existentes e as dificuldades sentidas pelos docentes na intervenção educativa junto destes alunos. Verificamos que o trabalho desenvolvido, entretanto, tem potenciado a inclusão destes alunos junto dos pares e de uma forma geral na escola. Constata- se que estão mais autónomos nas tarefas que exigem manipulação das cores ou orientação com recurso à cor, não parecendo tão limitados nem tão inseguros.
Lúcia Escrivães
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